Actores in experientia (AX): primeiro ato

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Camaradas, evitem ponderar robôs. Patriotas, é crime ultrapassar limites. Quando não se há equilíbrio entre as forças da Natureza, as regras da Sociedade e as simbolizações da Cultura, delira-se. O ianque está à espreita do ouro. Jamais esqueçam que a pura abstração, por maior possibilidade de codificação, em seu método singular, encontra a independência criativa da agência humana. Desde 2022, reclamo a manutenção de nossos postos de trabalho. Como profissionais da experiência, somo portadores da opinião pública. Exprimam quantificação à medida que a qualificação de seus estudos distanciem-se dos estádios automatizáveis. Há de haver volta.

 

O robô é mais ágil que eu-ator e facilita compreensão com rasos significantes. Não apuram os dois mil verbetes que os antigos titulares da Objetiva subtraíram da conspícua obra de Antônio Houaiss. A não digitalização é o caminho para o estabelecimento das vagas de desenhistas e publicistas da experiência. Puro paradoxo. Quantificamos o quali para sermos qualitativamente quantificados. Também há saída nas searas de media detox, responsabilização da governança de plataforma e a urgente regulamentação dos monopólios. Contra este, Schumpeter reclamara em 1942. Sem embargo, não há saída, é o fim de qualquer projeto inovativo. Demando em 23 atentar retrospectivas das croniquetas de 22. Sintetizo em meu primeiro diálogo com a OpenAI

 

— Defina Experiência:

— “A experiência é um conceito subjetivo que se refere à percepção, consciência e compreensão de eventos, sentimentos e pensamentos. Não pode ser considerada como matéria inorgânica, pois é uma manifestação da atividade mental e não é uma coisa tangível que pode ser medida ou manipulada. A matéria inorgânica é aquela que não possui estrutura molecular específica e não é composta de células, como minerais, gases e metais.”

 

— Defina Experiência do Consumidor como Matéria Inorgânica:

— “Não é possível definir a experiência do consumidor como matéria inorgânica, pois a experiência do consumidor é uma abstração que diz respeito às percepções, sentimentos e avaliações de uma pessoa ao utilizar um produto ou serviço. A matéria inorgânica, por outro lado, é composta por substâncias químicas que não possuem vida, como minerais, metais e outros elementos. É importante notar que a experiência do consumidor pode ser influenciada por uma variedade de fatores, incluindo a qualidade do produto ou serviço, a facilidade de uso, o atendimento ao cliente e outros aspectos relacionados à interação do consumidor com a empresa ou produto.”

 

— Defina Experiência do Empregado como Formação de Ideias:

— “A experiência do empregado pode ser entendida como uma fonte de formação de ideias e de desenvolvimento de habilidades e conhecimentos. Ela pode incluir a formação acadêmica e profissional, bem como a prática e o aprendizado adquiridos no trabalho. Ao expor o empregado a diferentes situações e desafios, a experiência pode estimular o pensamento crítico, a criatividade e a capacidade de resolução de problemas. Além disso, a experiência pode ajudar o empregado a desenvolver habilidades e competências que são valorizadas no mercado de trabalho, o que pode contribuir para o seu crescimento profissional.”

 

— Defina Experiência do Usuário como Vontade Individual:

— “A experiência do usuário é o conjunto de impressões, sentimentos e reações de um indivíduo ao utilizar um produto, serviço ou sistema. Ela pode ser influenciada por diversos fatores, como a usabilidade, a funcionalidade, a aparência, a eficiência e a satisfação do usuário. A vontade individual é um fator que pode influenciar a experiência do usuário, mas ela não é a única determinante da experiência. Outros fatores, como as expectativas do usuário, as características do produto ou do serviço e as condições em que ele é utilizado, também podem afetar a experiência do usuário.”

 

Após uma rodada de perguntas sobre os conceitos-chaves de Schütz, Manheim e Goffman, base das provocações de Nosso UX, finalizei o quadro com OpenAI:

 

— Então, partindo destes conceitos, defina Actors Experience:

— “Actors Experience” é um termo que pode se referir à experiência de atores em geral, ou seja, ao conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes adquiridos por eles durante o exercício da sua profissão. Nesse sentido, a experiência de atores pode incluir a formação acadêmica e profissional, bem como a prática e o aprendizado adquiridos no trabalho. A experiência pode ser um fator importante na interpretação de papéis e na tomada de decisões de carreira.

 

De acordo com a teoria de frames de Erving Goffman, a experiência de atores também pode ser entendida como a interpretação que eles fazem da realidade, baseada nas expectativas e nos padrões sociais que lhes são transmitidos. A experiência pode influenciar os frames de um ator e, portanto, a forma como ele interpreta um papel ou uma situação.

 

Por fim, a experiência de atores também pode ter um impacto na opinião pública. Se um ator tem uma experiência positiva com um determinado papel ou projeto, isso pode levar a uma opinião positiva do público sobre ele e a uma interpretação favorável da realidade. Além disso, a experiência de um ator pode influenciar a forma como ele é percebido pelo público e pode contribuir para a sua reputação e sucesso profissional.”

 

Errou! Aprenderá tristemente, no entanto; não por mim. Sim, pelo banco de dados de minha próxima publicação. Finalizei as ancoragens com OpenAI em um polido encerramento. Ative-me ao lapso de não demandar que a robô se apresentasse. Ao responder educadamente, indaguei quem seria seus criados. Arremate ao ponto: seus donos.

 

— “A OpenAI é uma empresa de pesquisa em inteligência artificial fundada por um grupo de empreendedores e investidores, incluindo Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman. No entanto, a empresa é de propriedade de uma variedade de investidores e não tem um dono único. A OpenAI foi criada com o objetivo de promover e desenvolver pesquisas em IA de maneira responsável, a fim de beneficiar a humanidade.”

 

Vejamos: pitoresca similitude com o discurso do Google dos 2000: “emancipar os presos inábeis”. Calhou em monopólio. Saudades tenho do Altavista! Não bastando agitar o voo do pássaro azul, Musk mais uma vez. Foi mais ágil que eu. Definiu o conceito que criei. Sorte minha, ter tido o diálogo depois do que enviei para estreia de Nosso UX no impresso. Logo estará em suas mãos via sexta edição de Nosso Meio. Jamais digitalizarei! Sonha, Kochav.

 

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